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Artigo: A diversidade é um tema que veio para ficar

Debora Gepp*

A importância da inclusão e valorização da diversidade é um assunto que sempre esteve presente nas pautas dos movimentos sociais nas últimas décadas. Atualmente, várias outras esferas da sociedade reconhecem a importância de se tornarem cada dia mais protagonistas de uma transformação social por meio de políticas e ações de inclusão de grupos historicamente minorizados - e as empresas são uma delas.  

Nos últimos anos, o desenvolvimento de uma estratégia de atração, retenção e desenvolvimento de mulheres, negros (as), LGBTQIAs*, pessoas com deficiência e pessoas em vulnerabilidade social, por exemplo, se tornou um dos principais temas nas grandes organizações pelo mundo. 

Os esforços para incluir estas populações, além de serem uma pauta de responsabilidade social e direitos humanos, são também essenciais para a estratégia de gestão de pessoas e a geração de inovação para melhor atender à sociedade.  Neste cenário, o RH nunca esteve tão desafiado para atender às expectativas das novas gerações e para garantir o que já sabemos: quando os (as) funcionários (as) se sentem incluídos e livres para serem quem realmente são, aumenta o sentimento de pertencimento e o engajamento, gerando maior inovação e produtividade. 

Um amplo estudo da consultoria americana McKinsey, por exemplo, que abordou mais de mil empresas em 12 países distintos, mostrou que empresas preocupadas com a diversidade de gênero eram 21% mais lucrativas que outras. Quando a questão envolvia raça, etnia e outras diferenças culturais, esse número subia para 33%. Já um estudo do Hay Group do Brasil mostrou que 76% dos funcionários de empresas que se preocupam com a diversidade reconhecem que têm mais liberdade e se sentem mais seguros para expor suas ideias e inovar no trabalho. 

Esses dados demonstram que a geração de inovação não está somente ligada à promoção de um ambiente de trabalho inclusivo, mas também aos esforços de representar a diversidade humana da nossa sociedade, dentro das equipes, ampliando o seu potencial de solucionar problemas e criar novos produtos e serviços. Ou seja, a valorização e a inclusão da diversidade têm impacto direto não apenas na produtividade, como também na capacidade que a companhia tem de oferecer novas e inovadoras soluções para seus parceiros e o mercado em que atua. 

Na Braskem, o Programa de Diversidade e Inclusão é uma pauta de diretos humanos e apoia a companhia a se tornar cada dia mais inovadora e inclusiva, garantindo oportunidades iguais para todas as pessoas. 

Desde 2014, desenvolvemos ações com o objetivo de incluir e desenvolver pessoas advindas de grupos minorizados e também de garantir um ambiente de trabalho livre de preconceito e discriminação. Além das ações que são desenvolvidas de forma transversal, ou seja, abordando o tema da diversidade como um todo, que incluem ações de comunicação, treinamentos e recrutamento e seleção, temos ações estruturadas em cinco frentes de trabalho: Equidade de Gênero, Raça e Etnia, LGBTQIA+, Pessoas com Deficiência e Socioeconômico - pessoas em vulnerabilidade social -, cada uma delas conta com estratégia e objetivos específicos. 

Os resultados advindos do programa são de médio a longo prazo e requerem uma mudança cultural que, dependendo da filosofia empresarial que se tenha, pode ser mais ou menos desafiadora de se implementar. Nossa cultura empresarial tem como principal crença a valorização das pessoas e a construção de um ambiente de trabalho e uma sociedade cada dia mais humana. Ou seja, na Braskem, a promoção da diversidade e inclusão reforça nossos valores.  

Promover a Diversidade e a Inclusão é um trabalho de desconstrução de crenças e comportamentos que não pode mais ser deixado de lado. As empresas estão percebendo que, independente do seu produto ou mercado de atuação, servem à sociedade e, portanto, para se tornarem mais estratégicas é necessário incluir cada vez mais toda a diversidade humana nela presente.

*LGBTQIAs: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Queer ou Não Binário, Intersexo e Assexuais

*Debora Gepp é analista de Diversidade & Inclusão na Braskem. 

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